Por um mundo com tecnologia sem conflitos - MISTURA URBANA

Por um mundo com tecnologia sem conflitos

Muita gente não sabe, mas existem diversos fabricantes de processadores de computador que usam minerais, como o ouro, o estanho, o cobalto e o cobre, provenientes de regiões de conflitos, que direta ou indiretamente, financiam ou beneficiam grupos armados da República Popular do Congo ou países vizinhos. Esses minerais são componentes essenciais para a indústria eletrônica, na fabricação de aparelhos que a galera já não sabe mais viver sem, como celulares, vídeo games, computadores e tablets.

Existe, há muito tempo a extração ilegal de recursos naturais de países menos desenvolvidos e os principais beneficiados com a extração dos minérios, são os grupos armados, que fazem negócios com companhias multinacionais e usam os rendimentos para alimentar guerras civis, o trabalho escravo e o medo da população. Além de explorarem os recursos naturais do país para além do nível considerado sustentável, existe a violação dos direitos humanos, trabalho infantil, estupros, tortura e recrutamento de soldados infantis para lutar em suas fileiras.

A boa notícia é que nem todos os fabricantes de processadores fazem isso e a Intel é uma delas. Isso significa que os produtos não contêm minerais provenientes dessas regiões e como referência em responsabilidade corporativa e sustentabilidade, estão liderando esforços para eliminar os minerais de conflitos da sua cadeia de abastecimento.

Desde 2008, eles participam de iniciativas conjuntas com mais de 120 empresas de sete diferentes setores, fornecendo ferramentas e recursos que suportam o abastecimento responsável de minerais.
“Há alguns anos a Intel está comprometida a dispor de uma cadeia de fornecimento completa para enfrentar o uso desses minerais de conflito na fabricação de seus produtos. A simples proibição dos minerais provenientes da RDC não era a resposta, já que privaria a sua população de uma de suas poucas fontes de renda. Ao invés disso, a Intel desenvolveu e implantou sistemas e processos para garantir que o ouro, o tântalo, o estanho e a tungstênio utilizado em nossos produtos não estejam apoiando de forma inadvertida os conflitos na RDC”, disse Rosangela Melatto, Gerente de Responsabilidade Corporativa da Intel para a América Latina.

Em janeiro de 2014 a Intel anunciou os primeiros microprocessadores fabricados com matéria prima livre de conflito no mundo e, além do compromisso de não colaborar com essa prática também co-presidiu grupos de trabalho da indústria no tema dos metais de conflito, reconhecendo que o amplo esforço colaborativo é necessário para resolver este problema que afeta a todos.

*este post é um publieditorial

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