O que é a lei de Moore e por que ficar triste dela não ser aplicada a tudo nessa vida - MISTURA URBANA

O que é a lei de Moore e por que ficar triste dela não ser aplicada a tudo nessa vida

Num mundo onde chove aqueles momentos Lei de Murphy, a gente fica com aquela pontinha de depressão por não ser o mesmo com a lei de Moore.

Mas aí você nos pergunta: o que é a lei de Moore? Calma, a gente te explica.

Gordon Moore, cofundador da Intel, observou em 1965 que o número de transistores – aquelas estruturas do microprocessador – em um chip dobraria a cada 18 meses, de forma a aumentar a capacidade de processamento em 100%, o que afetaria diretamente no crescimento exponencial de desempenho e na redução sistemática de custos.
Mal sabia ele na época que havia apresentado uma ideia capaz de mudar o mundo com a então, recém surgida “Lei de Moore”

Aí vem a parte que dá vontade de chorar. O que esses avanços representariam se aplicados em outras situações e disponitivos além dos computadores e dispositivos eletrônicos?

o Se a eficiência no consumo de combustível dos automóveis melhorasse da mesma forma do que prevê a Lei de Moore, uma pessoa poderia facilmente dirigir um carro por toda a sua vida com um único tanque de gasolina. Carro novo, com 40 anos? Talvez você precise de apenas um quarto de tanque.
o Com o ritmo com os quais os transistores encolheram, o seu carro seria do tamanho de uma formiga. Você poderia guardar um monte de pneus de reserva no bolso da sua camisa. – mas ok, talvez dificultasse um pouco a sua locomoção…
o Se um arranha-céu tivesse seu preço reduzido no ritmo da Lei de Moore, uma pessoa poderia comprar um por menos do que o custo de um PC atualmente.
o Se o preço das casas caísse no mesmo ritmo dos transistores, uma pessoa poderia comprar uma casa pelo preço de um doce.
o O programa espacial Apollo teve um custo de US$ 25 bilhões para levar o homem à Lua. Se o preço fosse reduzido no ritmo da Lei de Moore, atualmente o programa custaria praticamente o mesmo de um pequeno avião particular.
o Se um telefone Android com processador Intel fosse construído com a tecnologia de 1971, apenas o microprocessador do telefone ocuparia a vaga de um carro. Tente tirar um selfie com isso!

Muitos dispositivos que as pessoas usam diariamente são equipados por microprocessadores formados por transistores, que hoje são invisíveis a olho nu. Para ver um único transistor, você teria que aumentar o tamanho normal do chip para o tamanho de uma casa.
Hoje, as fábricas da Intel produzem mais de 10 bilhões de transistores por segundo, que equipam dispositivos incríveis que atendem as necessidades de bilhões de pessoas em todo o mundo.

*este post é um publieditorial

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