Crítica Tim Maia - o Filme - MISTURA URBANA

Crítica Tim Maia – o Filme

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No dia 30 de outubro estreou nos cinemas de todo o país, o longa Tim Maia- O Filme, a cinebiografia de um dos maiores gênios da música no Brasil, e porque não dizer uma das figuras mais polêmicas também. Participei da pré estreia em São Paulo, e pude conferir de perto toda a emoção do enredo que traz a história de Tião Maia, menino pobre nascido e crescido no bairro da Tijuca no Rio de Janeiro.

A história é baseada no livro “Vale Tudo” – O Som e a Fúria de Tim Maia”, do jornalista e produtor musical Nelson Motta e traz a trajetória do artista, interpretado por Robson Nunes, que faz a primeira fase do cantor, e por Babu Santana na fase adulta e já famoso. A interpretação impressiona, Babu realmente se transformou no próprio Tim Maia. Bem construído, o personagem canta, encanta e emociona com os vários altos e baixos.

O filme bem produzido é dirigido por Mauro Lima, (Meu nome não é Johnny), e toda a história é narrada pelo personagem de Fábio, (Cauã Reymond). Fábio foi um grande amigo de Tim Maia, tocou por 30 anos ao lado dele, e é a síntese de diversas pessoas que passaram e foram importantes na vida do cantor, assim como Janaína (Alline Moraes), que faz a síntese das maiores paixões do músico.

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Durante um pouco mais de 2 horas de filme, o espectador é teletransportado para uma época, onde Tim Maia ainda não era Tim Maia, e sim Tião Marmita e sua transformação vai sendo trilhada por diversos sucessos do síndico e rei do Soul do Brasil. Contar essa história é percorrer e mostrar trechos importantes da música brasileira, sua personalidade e genialidade, seus amores, problemas com drogas, objetivos e perseverança para driblar os problemas.

Figuras como Roberto Carlos (George Sauma), Erasmo Carlos (Tito Naville), Rita Lee (Renata Guida), Nara Leão (Mallu Magalhães) e Carlos Imperial (Luís Lobianco), também dividem os momentos e as histórias de Tim Maia que teve uma infância dura, descobriu a música na adolescência, foi morar nos Estados Unidos, alcançando o sucesso musical, e teve uma morte trágica e precoce aos 55 anos.

Tim sabia como transformar dores e amores em letras como ninguém, sua musicalidade e voz eram e são capazes de emocionar e eternizar momentos. Em diversos trechos do filme, somos embalados a cantar juntos, e quando parece terminar, ainda estamos cantando. Saí do cinema com vontade de descobrir mais sobre ele e de ouvir todas as suas músicas.

O Mistura Urbana indica o filme. Corra ao cinema mais próximo, chame os amigos e vá rir, cantar e se emocionar com o eterno síndico do Brasil.

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Natt Naville

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Natt Naville é jornalista e gosta de tudo que envolve o universo da comunicação. Entre palavras e histórias: Música. Música para tocar, para ouvir e dançar. Editora do Mistura Urbana, gosta de criar, recriar e se reinventar. Vive no paraíso azul da Grécia.

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