A CONTA DA COPA É NOSSA! #JOGO - MISTURA URBANA

A CONTA DA COPA É NOSSA! #JOGO

a conta da copa
Que tal contar com uma mãozinha do maior artilheiro da história das Copas, Ronaldo Fenômeno, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do empresário Daniel Dantas para fazer aquela obra perto do Itaquerão para a Copa do Mundo 2014? Isso sem falar no apoio dos parceiros oficiais do mundial, como Coca-Cola e McDonalds, que podem entrar na jogada. Imaginária, a situação ilustra parte da dinâmica do jogo de cartas A Conta da Copa é Nossa, do coletivo Quequeré Jogos, que está em processo de financiamento coletivo pelo Sibite até 11 de junho.

Desenvolvido a partir de dados reais e extensa pesquisa, o jogo oferece um olhar crítico sobre o torneio da FIFA realizado no Brasil. Nele, cada jogador assume o papel de uma grande empreiteira, que compete para conseguir participações na construção de obras nas 12 cidades-sede da Copa. Na disputa para “abocanhar” mais recursos, os participantes podem munir-se de cartas de políticos e personalidades que os auxiliam em diferentes tarefas, como obter favores e prejudicar concorrentes.

As obras podem ser de estádios, mobilidade urbana, aeroportos e terminais marítimos. São elas, além de bônus dados por cartas de governadores e de patrocinadores, que se revertem em pontos ao jogador. Vence aquele que somar mais pontos ao final da partida.

Financiamento coletivo – A arrecadação no Sibite funciona como uma pré-venda: com R$100,00 o jogador compra o seu exemplar e ajuda a garantir que o jogo seja viabilizado — caso não seja, ele recebe seu dinheiro de volta. A meta do projeto é conseguir R$ 49.550,00 (dos quais mais de 20% foram levantados) para a confecção de 1000 unidades do jogo. Também é possível contribuir com menos (quem investe R$ 30 dá o seu apoio e ganha um adesivo do jogo) ou mais (quanto maior a contribuição, maior a recompensa). Confira todas as possibilidades aqui: http://www.sibite.com.br/campaigns/a-conta-da-copa-e-nossa/

‘A regra é clara’ – No início do jogo, cada jogador (de 2 a 4, a partir de 12 anos) recebe um conjunto de 20 cartas de personalidades. No meio da mesa, são dispostos três montes de cartas com as faces para baixo: de obras, governadores e patrocinadores oficiais. Em seguida, oito cartas de obras, uma de governador e duas de patrocinadores são retiradas dos respectivos montes e colocadas na mesa para disputa entre os participantes nas 24 rodadas da partida. Toda a brincadeira pode ter duração de 90 a 120 minutos.

Sobre a Quequeré Jogos

A Quequeré Jogos é um coletivo especializado na criação de jogos de tabuleiros com temáticas políticas e culturais: Brasil, um País de Tolos, financiado coletivamente pelo Catarse em 2013, foi seu primeiro lançamento. A Quequeré acredita que os jogos são uma ferramenta capaz de trabalhar diversos conhecimentos: história, raciocínio lógico, estratégia, interação social, política, artes, condicionamento físico e o que mais a criatividade for capaz de mixar. Assim, o coletivo também realiza oficinas em que usa jogos como instrumento lúdico de aprendizado. A Conta da Copa é Nossa é a segunda iniciativa do grupo — que também usa licença CreativeCommons (pela qual qualquer pessoa pode se apropriar da produção e modificá-la, criando, diversificando e enriquecendo seu conteúdo livremente).

Abaixo, quem faz a Quequeré.

Guilherme Cianfarani
Tem 34 anos e é o fundador do coletivo, atuando como criador de jogos e diretor. Formado em Turismo pela ECA-USP, desenvolve jogos há mais de 4 anos, além de ministrar oficinas sobre o universo de jogos em diversas entidades, como SESC, Acessa São Paulo, Cultura Inglesa e Ônibus Hacker, entre outros.

CapiEtheriel
Tem 28 anos e atua como programador e desenvolvedor web. Formado em Midialogia pela UNICAMP, entre seus interesses estão o desenvolvimento de tecnologias livres e abertas para a web, design de conteúdo dinâmico e responsivo para ferramentas web e desenvolvimento de aplicações para celular utilizando tecnologias Web.

Gus Morais
Tem 30 anos e atua como ilustrador, designer e diretor de arte. Formado em Publicidade e Propaganda pela ECA-USP, realizou cursos em diversas instituições relacionadas a desenho, arte e tecnologia, como o Instituto Tomie Ohtake, o museu Lasar Segall e a escola de softwares digitais DRC Consulting. Atualmente, ministra oficinas de ilustração, quadrinhos e montagem de papertoys no Ônibus Hacker, SESC e unidades da Cultura Inglesa, além de assinar o quadrinho quinzenal Bytes de Memória do caderno Tec, do jornal Folha de S.Paulo.

EU QUERO, EU QUERO, EU QUERO! \o/

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