Review Coala Festival - MISTURA URBANA

Review Coala Festival

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Recentemente rolou a 1ª edição do Coala Festival no Memorial da América Latina, um evento cultural e musical que nasceu por iniciativa de três grandes amigos Christiano Vellutini, Gabriel Andrade e Guilherme Marconi em parceria com a Agência EQ3. 

A programação trouxe grandes nomes da música brasileira como Tom Zé, Criolo e ainda bandas alternativas, com estilo próprio e cheias de talento como: 5 a Seco, O Terno, Trupe Chá de Boldo, Charlie e os Marretas. Destaco essa última que não conhecia e gostei bastante pela mistura de influências e de ritmos que viaja pelo soul e funk. Um som envolvente que não deixou ninguém parado.

Passeando pela Praça Cívica do Memorial num calor que beirava os 34 graus, o que me chamou bastante atenção foi o público, em sua maioria jovem e bonito, todas as pessoas andavam e dançavam a vontade por todo o espaço. E esse foi um ponto importante, porque nada mais agradável do que curtir um festival sem ninguém te esbarrando.

Em outra parte do evento, encontrei com as meninas do projeto “Imagine na Copa“, que visa contar histórias de jovens empreendedores com ideias bacanas. Um coletivo que quer promover a virada no Brasil em 2014, aproveitando que os holofotes estão em cima de nós por conta da Copa do Mundo, a iniciativa busca trazer vários tipos de pessoas para um movimento urbano. No Coala, conversei com Thais Francoski, (coordenadora do Programa de Voluntários) que estava fazendo intervenções e apresentando o projeto.

Acho bacana reunir em um festival algo além de apresentações musicais, a multiculturalidade apresentada em formato de live painting, intervenções e ideias fazem a diferença. Dentro desse propósito fiz a pergunta para algumas pessoas: “O que é mistura urbana pra você? “Várias tribos em uma só, referências para ter uma vida mais colorida na cidade” é o que me disse Maria Campanatti, (fundadora do projeto Imagine na Copa), outra frase bem interessante que ouvi foi “Mistura urbana pra mim é diversidade”, disse a estudante Andressa Lopes.

E nessa mistura de headliners com novos talentos, a ocupação de um espaço cultural tão importante como o Memorial, o fato de ser ao ar livre e várias sonoridades desde música eletrônica, passando por soul, funk, música latina, hip-hop, mpb e rock com certeza são pontos essenciais para um evento bacana.

Filas para comprar fichas, problemas de sinalização de entrada, coberturas para o sol são pontos a serem levados também em consideração e que podem melhorar nas próximas edições. Que venha o próximo!!!

Fotos por: Ariel Martini e Victor Nomoto – I hate flash

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Natt Naville

Natt Naville

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Natt Naville é jornalista e gosta de tudo que envolve o universo da comunicação. Entre palavras e histórias: Música. Música para tocar, para ouvir e dançar. Editora do Mistura Urbana, gosta de criar, recriar e se reinventar. Vive no paraíso azul da Grécia.

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