Coala Festival no Memorial da América Latina - MISTURA URBANA

Coala Festival no Memorial da América Latina

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A primeira edição do Coala Festival chega chegando no sábado, 15 de março no Memorial da América Latina em São Paulo. Na programação: shows de Criolo, Tom Zé, O Terno, Trupe Chá de Boldo e muito mais. O festival tem o objetivo de formentar a cultura e a criatividade brasileira, de apresentar artistas já consagrados e novos talentos.

O festival é uma iniciativa de três amigos: Christiano Vellutini, Gabriel Andrade e Guilherme Marconi que decidiram fazer o seu próprio evento cultural. O festival traz além de grandes nomes da música, artistas e projetos de graffiti e fotografia. “Criamos o Coala pensando em um festival que atenda os anseios da nossa geração”, conta o diretor de produção Guilherme Marconi, um dos criadores. Feito para atender um público que busca um festival intimista, a lotação do espaço não passará de 10 mil pessoas. “O principal, para nós, é a experiência completa do Festival”, conta Gabriel Andrade, também criador.

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A valorização dos artistas e de novos empreendedores é mais um dos diferenciais do festival. “Os Dj´s que vão tocar são tão importantes quanto as atrações consideradas principais”, conta Andrade. “O Coala Festival tem como objetivo propagar tendências, levar o que está acontecendo de bom para um público aberto ao novo. O intuito é ser uma referêcia cultural. Um Festival que seja uma vitrine para talentos que ainda não fazem parte do circuito mainstream’, arremata Andrade.

Em parceria com a Ambev e o Coala Festival, o ICDH (Instituto de Compromisso com o Desenvolvimento Humano) realizará ações de responsabilidade social, ambiental e de consumo responsável durante o Festival. Os livros e alimentos arrecadados serão doados a casas de assistência social, intermediadas pelo instituto. Também haverá coleta seletiva do lixo produzido pelo Festival, capitaneado pela ONG Na Responsa.

Confira abaixo um bate papo com Gabriel Andrade, um dos organizadores do festival.

1- Vocês são amigos, e decidiram criar o próprio evento cultural por quê?

Não foi uma decisão do tipo “vamos criar nosso próprio evento cultural”; tudo começou com uma ideia, um sonho que aos poucos fomos tomando coragem para realizar. Foi um telefonema em meados de 2012 que plantou a semente do que viria a ser o festival. A gente já vinha acompanhando a cena artística paulistana há alguns anos, descobrindo coisas novas e nos pareceu pertinente criar um festival focado nesses novos nomes. Há muito que se deve valorizar na arte paulistana (e brasileira) e não se sabe extamente como fazê-lo fora da grande mídia. O Coala é o modelo que encontramos pra isso.

2- Qual foi a escolha dos artistas? E a importância de se ter um line-up bem brazuca.

Gostamos de pensar o lineup como uma playlist; uma seleção de bandas que se apresentam em uma ordem que faz sentido musicalmente. Na nossa visão, de uma maneira ou de outra, o som dessas bandas conversam entre si e representam o que está sendo feito de melhor na música brasileira, sem restrição de gênero. Existem muitas outras bandas que se encaixariam nessa proposta, mas essa foi nossa escolha para 2014. Tem bandas mais incipientes como Shaka, Charlie e Os Marretas, bandas que já têm uma trajetória mais sólida como O Terno, Trupe Chá de Boldo e 5 a Seco e músicos consagrados, Criolo e Tom Zé. A gente acompanha essas bandas há bastante tempo, desde a época de Studio SP, Sala Crisantempo, Sarajevo e somos muito fãs de todas elas. São bandas que fomos ver o show pela primeira vez sem conhecer e depois passamos a ir em todos os shows e a gente acredita que esse processo possa acontecer com mais pessoas. A escolha dos artistas segue o princípio original de um festival, que é reunir públicos de diferentes bandas para formar um público maior.

3- A escolha do local para ser no Memorial da América Latina é um diferencial para um festival que quer unir vários tipos de arte e música?

Sem dúvida; além de ser um projeto de um dos ícones da nossa arquitetura, o Memorial é de fácil acesso tanto de metrô quanto ônibus e isso facilita bastante a vida do público.

4- Como estão os preparativos nessa semana que antecede o festival?

Loucura total, mas é muito bom ver o que começou como uma ideia que parecia loucura tomar forma. Estamos muitos ansiosos.

5- Convidem a galera do Mistura Urbana para o festival.

Galera do Mistura Urbana! Vai perder a chance de contar pros netos que foi no primeiro Coala Festival?

A festança acontece na Praça Cívica do Memorial da América Latina a partir das 14h. E o Mistura Urbana estará lá para conferir tudo!

Line-up:

14h00 – Dre Guazzelli
15h00 – 5 a Seco
15h50 – Beto Chuquer
16h20 – Charlie e os Marretas
17h10 – Davida Busca Vida
17h40 – Tom Zé
19h00 – O Terno
20h20 – Trupe Chá de Boldo
21h10 – Shaka
21h40 – Criolo

Ingressos R$ 100,00 – Inteira
R$ 50,00 – Meia Entrada (1kg de alimento não perecível ou 1 livro também paga meia)

MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda – São Paulo/SP
Tel: 11 3823-4600

+ informações do festival e de como comprar o seu ingresso aqui e aqui.

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Natt Naville

Natt Naville

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Natt Naville é jornalista e gosta de tudo que envolve o universo da comunicação. Entre palavras e histórias: Música. Música para tocar, para ouvir e dançar. Editora do Mistura Urbana, gosta de criar, recriar e se reinventar. Vive no paraíso azul da Grécia.

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  1. […] rolou a 1ª edição do Coala Festival no Memorial da América Latina, um evento cultural e musical que nasceu por iniciativa de três […]

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