Se nada der certo, eu viro DJ! - MISTURA URBANA

Se nada der certo, eu viro DJ!

Já escutaram aquela velha frase “se nada der certo eu viro hippie”? Pois bem, eu dizia sempre que se nada desse certo, eu viro DJ. Já me atrevi a algumas aulas de discotecagem com um amigo DJ, amo música eletrônica e não à toa fui parar em Ibiza dois verões seguidos, tendo oportunidade de conhecer muitos artistas da cena eletrônica mundial. Mas minha paixão por música começou cedo. Veio da música clássica que escutava desde criança com meu pai. De Bach a Villa Lobos. Mas a música eletrônica e suas vertentes cresceu muito e se difundiu muito. Hoje em dia encontro muita música diferente, coisa boa que vale a pena ser comentado. “The Knife“, o duo sueco ‘anti-social’ foi formado em 1999 e lançou 4 discos desde então. Ando viciada no som deles, que tem na batida fortes traços da música eletrônica dos anos 1980, nas quais se ouvem sintetizadores, guitarras distorcidas e outros instrumentos pouco usuais. Quase não se ouve instrumento acústico e a voz da vocalista Karin fica na maioria das vezes distorcida. Algumas de suas músicas já foram mixadas por grandes DJs alemães, entre eles a dupla M.A.N.D.Y., composta por Phillip Jung e Patrick Bodmer. Parecido com “The Knife” que escuto muito também é “CocoRosie“, que é um duo americano formado em Paris pelas irmãs Casady, e incorpora elementos do blues, pop, ópera, electro e hip hop. É uma mistura bem interessante pois as irmãs além de cantarem e tocarem instrumentos exóticos, o som também é distorcido muitas vezes e a batida é muito agradável também relembrando a música eletrônica dos anos 1980.

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