As mulheres mais fodas da atualidade

Hoje é um dia e tanto para as mulheres, dia de requebrar o corpo e de pensar na postura dele perante a sociedade. Claro que o corpo não tem tanto poder assim, ele só faz o que a mente determina, felizmente, não vivemos mais numa época em que nosso papel se resume apenas em produzir filhos e manter o marido feliz e alimentado, hoje temos liberdade para ser e chegar aonde bem entendemos.  Seria poetico se aprofundar nesse ponto de vista, mas a caminhada continua. Chegamos ao ponto de sermos julgadas capazes de executar as mesmas funções que os homens, mas por algum motivo ainda não somos dignas de receber a mesma remuneração que eles, talvez seja um sinal de que ainda cultivamos vestígios da antiga postura omissa de aceitar qualquer coisa como gratificação por um trabalho, porém, por mais preocupante que isso soe não há motivo para crise existencial é só deixar o conformismo de lado e breve chegaremos lá, enquanto isso, seguimos fazendo aquilo que amamos principalmente se isso irritar alguém.

Fiz uma lista pessoal com as mulheres mais fodas da atualidade, fodas porque possuem personalidade, criatividade, capacidade de surpreender e coragem de dar a cara á tapa.

CATARINA GUSHIKEN, paulistana, 30 anos, designer, estilista e ilustradora. Trabalhou 8 anos para a marca Cavalera, pintou painéis na SPFW e hoje possui um estúdio próprio onde desenvolve projetos de arte, ilustração e moda

KAREN JONES, andreense, 24 anos, skatista profissional, designer, artista e toca na banda Violeta Ping Pong. Como skatista já foi campeã mundial na categoria vertical feminino, já conquistou diversos títulos internacionais na Alemanha, República Tcheca e Canadá e em 2008 foi a única mulher a disputar o X Games junto com Bob Burnquist, Sandro Dias e Lincoln Ueda.  Foto: Sidney Arakaki

ANARKIA BOLADONA, carioca, 27 anos, artista multimídia e grafiteira. Ela utiliza o grafite para promover mudanças culturais nas ruas. Em 2008 criou o projeto social “Grafiteiras Pela Lei Maria da Penha” para combater a violência contra as mulheres, além de grafites com mensagens sobre os direitos das mulheres o projeto incluiu palestras pelas favelas do Rio de Janeiro para informar mulheres e meninas sobre os seus direitos. Anarkia também promove missões em diversos países por meio de workshops, exposições e conferências como das Organizações das Nações Unidas e já recebeu inúmeros prêmios e reconhecimentos como o Prêmio Hutúz, como grafiteiro da década em 2010.  Foto: Dario Zalis

LU RIOT, 35 anos, promoter, gerente, assessora de imprensa, arquiteta durante o dia e DJ durante a noite. Como DJ contribuiu na divulgação de bandas de meninas em São Paulo e atualmente discoteca na D-edge em São Paulo.  Foto: Helena Yoshioka

CLARA AVERBUCK, gaúcha, 31 anos, blogueira, escritora, cantora e depois de participar do Reality Show “Troca de Familia” da Record ficou conhecida como a pior mãe do mundo. Clara conseguiu construir uma carreira como escritora sem formação universitária utilizando um blog numa época em que isso era totalmente inviável, pariu sua filha em casa à moda roça com uma parteira e o até então marido, o procedimento não incluiu luvas nem instrumentos cirúrgicos. É doida, inconsequente e vive como se tivesse saído de um livro de Charles Bukowski, porém,  merece mérito por assumir sua personalidade e dar a cara á tapas as próprias escolhas, afinal, mulher não tem que ser perfeita, mas tem que ter coragem.  Foto: Carol Sachs

MARIANA DIAS, curitibana, 34 anos, 16 tatuagens, 4 piercings e modelo internacional. Enquanto muitas meninas se rendem aos altos padrões da moda Mariana conseguiu ser modelo sendo ela mesma. Já desfilou para Chanel em Paris, Sonia Rikiel e Icarius e no Brasil desfilou inúmeras vezes para Forum e Marcelo Sommer. Fez campanhas internacionais e nacionais para Fendi, Vogue América, The Face, Vogue Alemã e Italiana, comercial do Campari entre outros..

CAROLINA MARKOWICZ, paulistana, 28 anos e JOANA GALVÃO, paulistana, 31 anos, dirigiram o documentário em curtametragem “69 – Praça da Luz” (clique aqui para assistir) que relata com bom humor a vida de prostitutas de idade avançada que ganham a vida na Praça da Luz, em São Paulo. O documentário ganhou 6 prêmios e já foi exibido em 7 festivais tanto no Brasil como nos Estados Unidos, Espanha, Cuba, Israel, Grécia, e Canadá.

TRACEY TILTMAN, é uma das poucas mulheres que pratica Le Parkour no mundo, seu desempenho é reconhecido pelos praticantes mais renomados e ela já apareceu em diversas campanhas publicitárias inspirando mulheres do mundo todo a aderirem à prática também.

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