GRAFFITI E PIXAÇÃO - MISTURA URBANA

GRAFFITI E PIXAÇÃO



Acontece em São Paulo um curso muito bacana sobre grafitti e pixação na Casa do Saber,
vale dar uma olhada na programação:

GRAFITTI E PIXAÇÃO: DA TRANSGRESSÃO À CONSAGRAÇÃO

É impossível observar a paisagem urbana de São Paulo sem notar, em muros, esquinas e ruas, 
o grafitti e a pixação, que assumem ares de verdadeira identidade da metrópole. Exposições na Tate Modern (Londres - 2008), 
na Fundation Cartier (Paris - 2009), no Masp (São Paulo - 2009) e mais recentemente no Mube (São Paulo – 2010) 
incluíram essas expressões no jogo do campo da arte,onde as classificações e desclassificações são constantes. 
Enquanto o grafitti é acolhido pelo mercado da arte, com a inflação do valor das obras, a pixação faz um caminho inverso, 
possuindo mais valor simbólico que monetário (com espaço na 29ª Bienal, inclusive). O curso refazo trajeto da pixação e do 
grafitti no caminho da transgressão à consagração, situando estepercurso na história da arte e comparando-o a outros 
movimentos considerados marginais em seu tempo. (Sérgio Franco)

25 NOV | 1. Normas e procedimentos que caracterizam o grafitti e a pixação.
Os primórdios em Nova York e as três gerações paulistanas de grafiteiros. A expansão do que é considerado “arte”.

02 DEZ | 2. Arte contemporânea, um campo expandido.
Gordon Matta-Clark e a assimilação do grafite em Nova YorK. O moderno no século 20: Bauhaus, desfazendo-se do peso do passado; 
Brassaï, a igualdade de gêneros e temas.

09 DEZ | 3. O Romantismo e o Neoclassicismo dos séculos 18 e 19. 
Jacques-Louis David, pintor da revolução; “Marat Assassinado” (1793) em procissão como arte pública e performance. 
Paris, capital do século 19, e o flâneur como protótipo do artista; São Paulo, século 21, e o pixador como protótipo do artista de hoje.

16 DEZ | 4. Caravaggio e o Barroco: igualdade de temas entre a natureza-morta e a pintura de história. 
Renascimento: a cidade como suporte da arte. As disputas de linguagens entre Michelangelo e
Leonardo da Vinci: cartas sobre a escultura e a pintura.

Ministrado por:

Sérgio Franco.
Sociólogo, mestre pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, produtor cultural, curador da exposição “São Paulo Mon Amour” 
(realizada em Paris em setembro de 2009) e pesquisador da arte de rua.

Início: 25 NOV
Duração: 4 encontros semanais
Dias/horários: Quintas-Feiras, às 17h30 (25/11, 02/12, 09/12, 16/12)
Tel.: (11) 3707-8900
Horário de funcionamento: 09h às 22h
E-mail:[email protected]

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